Para o final do dia, rasgando o céu num baque, um bombão subia, esticava-se para o alto e ao abrir-se em fogo, chicoteava forte o silêncio quieto do azul da tarde. Que alarido incontido soprava nas veias, que alegria contida em explosão eminente, que ânsia insofrida, a festa apontava!
Em memória do Poeta Marcolino Candeias
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Para o final do dia, rasgando o céu num baque, um bombão subia, esticava-se para o alto
e ao abrir-se em fogo,
continua...
Marcolino Candeias